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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A vida feita de Amizade ! =]

A vida é feita de grandes amizades...
todos temos amigos e temos o direito a eles;
todos devemos encontrá-los e cultivá-los.
Aproveita a vida e faz amizade com todos!!!
(Ir. Sara Cristina Gilvaz fsp)

domingo, 26 de setembro de 2010

Viver a amizade















Quero viver em amizade com todos os amigos
para descobrir, juntamente com eles,
o grande amigo que é Jesus.
Deus deu-me tudo o que tenho:
a vida, a família, os amigos,
o mundo com as suas maravilhas.
Deu-me ainda todas as alegrias do dia,
e Seu Filho, o Amigo Jesus.
Com Ele aprendo a compreender melhor
como devo viver como amiga.

(Ir. Sara Cristina Gilvaz fsp)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Clara Luz exemplo de Santidade

Um jovem é santa aos 18 anos.
É um exemplo de vida...
Como se pode viver numa entrega total à vontade ao Senhor; Autor a sua vida.
Clara, foi e será para todos, sobretudo para os mais jovens um exemplo de vida a seguir.
(Ir. Sara Cristina Gilvaz fsp)

A Felicidade

A felicidade: ela existe, à mão de semear. Se nunca a procurássemos, escapar-se-ia.
Ela está na vigilância da surpresa.
Por vezes, a felicidade parece desaparecer por algum tempo.
No entanto, ela está presente no encontro de um olhar.

(In "Viver para amar" Paulinas 2010)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Vem e segue-Me

Hoje é Festa de S. Mateus Apóstolo e Evangelista.
"Jesus ia a passar, quando viu um homem chamado Mateus sentado no posto de cobrança dos impostos,
e disse-lhe: «Segue-Me.» Ele levantou-se e seguiu Jesus." 

(Ir. Sara Cristina Gilvaz fsp)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Jesus meu amigo e companheiro



Jesus é o nosso companheiro em todas as horas...
Ele caminha sempre connosco e nunca nos deixa sozinhos.
                                                                                                                       (Ir. Sara Cristina Gilvaz fsp)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O velhinho e o cordeirinho


Numa noite escura e profunda um homem estava a morrer.
O homem estava a caminho de casa. Durante todo ano trabalhou nos bosques,

sobre as montanhas, longe da sua terra.
Tinha trabalhado desesperadamente, sem descanso,
mas também assim tinha conseguido a colocar de parte algum dinheiro.
Tinha decidido voltar a casa.
Mas enquanto saía da floresta, começou um grande e assustador temporal.
A casa do homem estava ainda muito longe quilómetros e quilómetros.
O homem estava debaixo de uma árvore quando em raio desfez a árvore
Muitos ramos lhe caíram em cima.
Fugiu dali.
Perdia sangue de um braço e de uma perna.
Fugia debaixo da chuva, cobrindo apenas a cabeça com as mãos.
Caminhou, caminhou, para longe da floresta de tinha caido o raio.
Depois de muito correr, deitou-se aos pés de uma grande rocha.
A parede estava em estado de perigo, vertical.
Deitado por terra, ensopado pela chuva, desfeito da chuva e do frio,
perdeu todas as esperanças. O gelo que o congelava o leva a deixar-se morrer.
Abandonou-se quase com alívio na morte.
Adormeceu: o conforto, pensou, no último instante.
Mas ao improviso, cristalino, ouviu um gemido.
O gemido acordou aquele homem do sono da morte, era um grito na noite.

Parecia muito próximo, e muito longe.
Um cordeirinho preso da fúria da tempestade?
O homem mexeu-se.
Ele queria morrer, mas o cordeirinho? 
O cordeirinho gemeu de novo.
Ao homem moribundo faltavam as forças e a vontade de viver.
Porém o cordeirinho precisava dele.
O homem ouviu aquele gemido como uma invocação.
E encontrou a força para vencer o cansaço e o medo.
Salvaria o cordeirinho e voltaria a morrer: este pensamento deu-lhe vigor.
Colocou-se em escuta.
O cordeirinho voltou a gemer.
O homem fou atrás do gemido, mas de vez enquando parava.
A chuva feria-lhe a cara, mas sentia aquela vozinha fraca.
Ouviu-a, estava próxima.
Procurou nos cipestres e no meio dos ramos, mas o cordeirinho não estava lá.
Porém ouvia-o, como se saisse de uma grande rocha.
Entre a chuva viu um buraco na rocha e o gemido vinha dali.
Baixou-se e entrou na gruta, onde o cordeirinho estava ferido, numa poça de água.
Levantou-o.
Levou-o para um canto enxuto.
Pegou nele ao colo, apertou-o contra o peito para o aquecer,
e sentiu que o cordeirinho o aquecia a ele, e lhe dava vida.
Abraçados a noite ganhou calor!
Na manhã seguinte, um sol mórbido entrou na gruta e acordou o homem e o cordeirinho.
O homem acaríciou o cordeirinho.
Sentiu a pequena vida vibrar de fome.
Também ele também tinha fome.
Mas, sobretudo um desejo infinito de viver.
 Autor desconhecido